Depois de algumas semaninhas de férias de fim de ano,estou de volta com um assunto importantíssimo: Métricas de SEO e GEO em 2026.
Durante anos, o mercado viveu confortavelmente dentro de um conjunto relativamente estável de métricas de SEO.
Ranking, tráfego, CTR, leads, conversões.
Tudo isso fazia sentido dentro de um modelo em que o Google funcionava como um grande distribuidor de cliques.
O mercado otimizava páginas, disputava posições e media sucesso pelo volume de visitas e conversões que conseguia capturar.
Só que esse modelo está sendo desmontado diante dos nossos olhos.
Hoje, cada vez mais pessoas fazem perguntas diretamente para IAs.
Elas pedem comparações, recomendações, explicações e listas de fornecedores.
E pasmem: Muitas dessas respostas não exigem nenhum clique, elas chegam prontas, sintetizadas, com algumas marcas citadas e outras simplesmente ausentes.
E é aqui que surge uma ruptura fundamental: o SEO deixou de ser apenas um sistema de aquisição e passou a ser um sistema de presença algorítmica.
Em 2026, não vai bastar olhar para o quanto de tráfego você recebe, vai ser necessário olhar para o quanto a sua marca é lembrada, citada e associada a um determinado tema dentro dos modelos de IA.
Isso muda completamente o que significa “ir bem em SEO”.
Nesse episódio da minha Newsletter SEO de Performance, eu quero te mostrar como esse novo cenário cria uma nova camada de métricas, por que GEO (Generative Engine Optimization) não substitui o SEO mas o expande, e por que as empresas que não aprenderem a medir sua presença dentro das IAs vão perder espaço mesmo quando os gráficos de tráfego ainda parecem saudáveis.
Bem, vamos então ao que intreressa!
Neste Artigo Você Vai Ver:
SEO e GEO: Não é substituição, é sobreposição.
Um erro comum que eu vejo é tratar GEO como algo separado, quase como um “novo canal”.
Na prática, isso não faz sentido, pois GEO é uma nova camada de consequência do SEO.
O SEO continua definindo o que está disponível, estruturado, indexado e compreensível para sistemas.
O GEO define o que esses sistemas escolhem usar quando precisam responder.
Ou seja, SEO continua sendo a infraestruturae GEO é a forma como essa infraestrutura é explorada pelos modelos de IA.
E GEO precisa sim de SEO, mas com “pitadas” especiais.
Isso muda o jogo porque agora o resultado final não é apenas uma página posicionada, mas uma marca citada, comparada e contextualizada.
As métricas clássicas começam a ficar cegas
Ranking ainda importa. Tráfego ainda importa. Conversão ainda importa. Ponto!
Mas elas deixam de contar a história inteira.
Você pode estar com tráfego estável e ainda assim estar perdendo espaço no topo do funil.
Por quê?
Porque o topo do funil agora também começa dentro das IAs.
Quando alguém pergunta “quais são as melhores plataformas de X?”, “qual empresa resolve Y?” ou “como escolher Z?”, a primeira exposição acontece dentro de um ambiente que você não mede com Search Console.
Se a sua marca não aparece ali, você já começa em desvantagem mesmo que seu site esteja bem posicionado.
Por isso, em 2026, as empresas mais maduras vão acompanhar duas camadas de métricas:
- Métricas de tráfego e conversão (SEO clássico)
- Métricas de presença e percepção (GEO)
O que passa a ser mensurável no GEO
Hoje já é possível observar alguns sinais claros de GEO, mesmo que o mercado ainda esteja amadurecendo.
Alguns exemplos do que começa a ser acompanhado:
- Frequência de menção da marca em respostas de IA;
- Em quais tipos de pergunta a marca aparece;
- Quais concorrentes são citados junto;
- Como a marca é descrita (líder, alternativa, opção barata, referência técnica etc.);
- Em quais categorias a marca é associada.
Isso não é vanity metric (ou métrica de vaidade), isso é mapeamento de posição mental algorítmica.
É como se você tivesse acesso a um focus group contínuo, só que feito por máquinas que representam milhões de interações humanas.
Por que isso muda decisões estratégicas?
Quando uma IA sugere três marcas como “principais players” de um mercado, isso influencia o que entra no radar de um decisor.
Mesmo que ele vá pesquisar depois, o funil já foi enviesado e se a sua marca não aparece nesse primeiro contato, você vira uma opção invisível.
Isso cria um cenário em que SEO, branding e growth se fundem:
A visibilidade passa a ser medida não só por cliques, mas por presença nas respostas das IAs.
Em mercados B2B, isso é ainda mais poderoso, porque decisões são baseadas em comparação, credibilidade e reconhecimento.
GEO cria volatilidade de marca
Um ponto que poucos estão discutindo é a velocidade dessa mudança:
– Rankings mudam devagar.
– Percepções das IAs mudam rápido.
Se um concorrente começa a publicar melhor, mais focado e mais consistente, a IA pode passar a citá-lo mais em poucas semanas.
Isso cria um fenômeno de volatilidade de lembrança, onde é possível perder espaço mental antes mesmo de perder tráfego.
Por isso, em 2026, empresas vão olhar mês a mês para algo como:
- “Estamos sendo mais ou menos lembrados pelas IAs do que no mês passado?”
- Isso vai se tornar tão importante quanto “ganhamos ou perdemos posições?”.
O que ainda falta nas métricas de GEO
Hoje ainda não temos painéis perfeitos para isso, mas a direção é clara.
O mercado caminha para medir:
- Share of voice em respostas de IA;
- Share of mind algorítmico;
- Presença por intenção;
- Influência relativa entre concorrentes.
Essas métricas não substituem GA4 ou GSC, elas ajudam a explicar o que essas ferramentas ainda não conseguem mostrar.
Por que líderes e gestores de Marketing precisam se importar agora?
Se você lidera marketing, growth ou uma área de receita, ignorar GEO em 2026 será como ignorar SEO em 2005.
No início parece opcional, depois, vira obrigatório. Só que aí, você já ficou para trás!
A diferença é que agora o ciclo é muito mais rápido.
Quem demora perde espaço que talvez nunca recupere.
O impacto para times de SEO
Para analistas, especialistas e gestores de SEO, isso significa que o trabalho deixa de ser apenas técnico.
Vocês passam a influenciar:
- Percepção de mercado;
- Autoridade percebida;
- Posição competitiva
Aqui, o SEO vira uma disciplina de arquitetura de conhecimento, não só de rankeamento no Google, mas para citações de marcas e produtos nas perguntas nas IAs.
Como os modelos de IA estão remodelando hierarquias B2B
No fim, tudo converge para isso:
As IAs estão se tornando um novo “ranking”, mas não de páginas de marcas, e esse ranking pode mudar mês a mês.
Se sua marca é citada como referência hoje e deixa de ser amanhã, a hierarquia do mercado muda, mesmo que os sites continuem os mesmos.
Essa lembrança espontânea algorítmica passa a definir quem é visto como líder, quem é visto como alternativa e quem é esquecido.
Finalizando: Métricas de SEO e GEO em 2026!
Métricas de SEO e GEO em 2026 representam uma evolução natural de algo que sempre existiu: a busca por visibilidade.
A diferença é que agora essa visibilidade não acontece apenas em páginas de resultados de buscas, mas dentro de sistemas que interpretam, resumem e explicam o mundo para as pessoas.
Mas não se iluda, o SEO clássico continua sendo essencial.
Ele garante que sua marca exista, seja encontrada, seja rastreável e tenha infraestrutura para competir.
Mas o GEO acrescenta uma nova camada: como essa infraestrutura é usada pelas IAs para construir respostas.
É nessa camada que surgem métricas como presença em respostas, frequência de menção, associação de marca e comparação com concorrentes.
E essas métricas não são vaidade, elas são touch-points e indicam quem ocupa espaço mental até no momento da decisão.
E tendo visto várias vezes um concorrente ser citado pelas IAs e estando bem rankeado no Google, o que faz você gestor pensar que o cliente vai escolher sua marca, se ele se acostumou a ver outras sendo citadas pelas IAs como referência?
Em mercados B2B, onde decisões são racionais, comparativas e longas, isso é ainda mais relevante.
A marca que aparece primeiro nas respostas de IA começa a corrida na frente, e a que não aparece começa invisível.
São touch-points invisíveis e até mesmo ZERO Clicks, mas que estão compondo a memória de escolha do cliente.
Sim, muitos são ZERO Clicks, mas estão influenciando a escolha do cliente.
Tal qual uma propaganda ou outdoor da Coca Cola normalmente é ZERO Click, mas cria Share of Mind na hora da compra.
E aí você vai me dizer que o que gerou a venda foi a última busca pela marca, ou o último click no anúncio?
Por isso, em 2026, o SEO deixa de ser apenas um canal de aquisição e passa a ser uma alavanca de posicionamento algorítmico.
O SEO influencia não só quem clica, mas quem é lembrado.
Empresas que entenderem isso vão medir não apenas tráfego, mas presença.
Não apenas conversões, mas influência.
Não apenas ranking, mas relevância percebida pelas máquinas que cada vez mais intermediam as decisões humanas.
Esse é o novo campo de batalha, e quem dominar essas métricas vai dominar a próxima década do SEO.
Agora me diga: Como está sua empresa nas citações de IA? Na IA Overview do Google?
Você é citado na IA Overview do Google como uma referência no seu setor, mesmo sendo menor que os concorrentes?
Sua empresa já é uma Entidade reconhecida pelo Google?
Se não for, sinto muito mas você está ficando para trás!
Quer ver mais? Confira esse PDF e saiba porque somos REFERÊNCIA em conhecimento e resultados com SEO e GEO: https://drive.google.com/file/d/1q3GJWos56kULYRakgsINZEkmAc_SGnZk/view?usp=sharing
Quer ver este CASE? Me mande um e-mail que lhe passo o link com prazer!
Nos vemos na próxima edição da minha Newsletter SEO de Performance.
Dica: Se seu time de SEO deseja alcançar resultados mais expressivos na era moderna do SEO e GEO (inclusive no Rankeamento e Citação de I.A.), considere saber mais na minha Mentoria de SEO de Performance.
Meu último recado:
A) Se você têm ou não têm uma equipe de SEO e quer levar seus resultados de tráfego orgânico a um outro nível, me chama e discutimos a melhor oportunidade para eu te ajudar.
B) Se você trabalha com SEO, fique atento que em breve terei uma gama de produtos e treinamentos a preços acessíveis, com foco estratégico e de resultados.
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